Pintura da Mona Lisa com códigos ocultos

A famosa Mona Lisa, pintada no início do século 16 por Leonardo da Vinci, provavelmente seja a obra mais comentada e envolta em mistérios de todos os tempos. Além do sorriso enigmático e da verdadeira identidade da mulher da imagem — há quem acredite que se trata de Lisa Gheradini, a esposa de um mercador florentino, outros que seria um autorretrato do próprio da Vinci — os mistérios que a envolvem parecem infinitos.




Tanto que há três anos o historiador e arqueólogo italiano Silvano Vincenti disse ter descoberto códigos secretos nos olhos de Mona Lisa. Vincenti teria encontrado as letras “L” e “V” na pupila direita, possivelmente representando as iniciais do nome do artista, e as letras “C” e “E” na pupila esquerda que, segundo o arqueólogo, poderiam ser uma pista sobre a verdadeira identidade da mulher.

Mensagem subliminar - Pato Donald racista ?



  Personagens da Disney e da Warner Brothers interagiram pela primeira vez em 1988 no filme “Uma Cilada Para Roger Rabbit” e os fãs de desenhos adoraram. Durante “The Ink & Paint Club”, Donald e Patolino fazem um dueto no piano e a relação dos dois fica feia quando Donald discretamente chama Patolino de “nego”. Qualquer um que já viu o desenho do Donald sabe que as vezes é bem dificil entender o que ele fala mas pense em você ouvindo Donald grasnar: “Céus seu nego estupido” (God damn stupid nigger). E não é a primeira vez que Donald é repreendido por suas falas. Em 1995 Wal Mart vetou um vídeo do Mickey em que Donaldo gritava alto “foda-se” num episódio chamado “Limpadores de Relógios”


A Batalha de Los Angeles

  
 
 
 
  A mídia impressa costuma empregar nomes sensacionalistas pra se referir a certas pessoas ou eventos, numa tentativa de atrair o imaginário popular e garantir a circulação máxima da publicação. Foi assim que Francisco de Assis Pereira se tornou o “Maníaco do Parque”, por exemplo. Mais da metade dos inimigos do Homem-Aranha devem seus nomes à mesma prática. No caso da “Batalha de Los Angeles”, o evento foi tão espetacular que o nome era o detalhe menos importante.
Na noite de 24 de fevereiro de 1942, vários moradores de Los Angeles viram objetos luminosos pairando sobre suas cabeças. A histeria foi geral, e muitas ligações pros serviços de emergência depois, a cidade de Los Angeles estava sob comando dos militares. Os milicos ordenaram um apagão geral na cidade, numa tentativa de identificar melhor a luz vinda dos objetos voadores.
A foto acima, que foi capa de todos os jornais nacionais na época, mostra os holofotes dos militares apontados pros UFOs. Segundo a Aeronáutica, os objetos se locomoviam a pouco mais de 300 km/h.
Em seguida, a Brigada de Artilharia da Marinha posicionou suas armas (canhões anti-aéreos cuja munição são cargas explosivas de 6kg) e começaram a meter chumbo grosso nos objetos. Mais de 1400 tiros foram disparados, e apesar disso os objetos voadores não se transformaram em objetos cadentes.
Cinco pessoas morreram de ataques cardíacos durante o drama, e vários carros e prédios foram danificados pela munição anti-aérea que eventualmente caiu na cidade abaixo.
No dia seguinte as afirmações das autoridades foram conflitantes. Alguns alegaram ser nada além de um “alarme falso provocado pelo nervosismo da guerra”, sem elaborar sobre a identidade dos objetos. Outros falaram que eram balões japoneses, sem explicar como é que balões se movimentariam a 300 km por hora.
Após mais alguns comentários incongruentes, os militares decidiram que a desculpa oficial seria que os objetos eram aeronaves japonesas designadas pra sobrevoar o céu de Los Angeles, com o objetivo de causar medo em solo americano e abaixar a moral do país. Bom, sobre a parte de causar medo, eles acertaram. O que continuou não fazendo sentido é como é que os tais aviões sobreviveriam várias horas de bombardeamento pesado sem fazer manobras evasivas de qualquer tipo. Mencionei que o governo japonês negou envolvimento com o mistério na época, e continua fazendo isso até hoje?

Mary Bell caso da criança assassina





  Brian Howe foi encontrado morto e coberto com mato, dias depois da morte de Martin Brown, que morreu de asfixia. Seu cabelo foi cortado, marcas de punção foram encontrados em suas coxas, e a pele dos seus órgãos genitais foram parcialmente retirados. Além destas marcas e lesões, uma letra “M” tinha sido impresso em seu estômago. Este era originalmente um “N”, mas Mary acrescentou uma linha para torná-la como uma “M.” O menino de três anos de idade, tinha sido estrangulado até a morte. Quando a investigação começou, Mary Bell confessou os crimes.
  Ela pensou por um longo tempo que seu pai era Billy Bell, um criminoso local, que tinha sido preso por assalto à mão armada, mas seu pai biológico é desconhecido até hoje. Mary afirmava que sua mãe, Betty, que era uma prostituta, a forçava a praticar atos sexuais com homens, que eram clientes particulares de sua mãe com a idade de quatro anos.
  Mary foi presa após seu julgamento, mais era muito jovem para ser ficar em uma prisão e muito perigosa para ser mantido em um hospital psiquiátrico ou uma instituição que abrigasse crianças perturbadas. Sua mãe por várias vezes vendia informações da história de Maria à imprensa no momento do julgamento e condenação da filha. Maria tinha apenas 11 anos na época. Ela foi solta depois de 23 anos.

Você se importa se eu fumar?